quarta-feira, 23 de junho de 2010

arte sustentavel



Nos tempos atuais, o termo sustentabilidade é tão batido e repetido a exaustão pela mídia que é praticamente impossível encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar em meios de vida mais sustentáveis ou formas de levar uma existência em acordo com o bem estar do planeta em que vivemos.
Contudo, para muitos o conceito de ser sustentável ainda é algo estranho e longe de suas realidades. Afinal de contas, como nossas atitudes de pessoas normais e sem pretensões megalomaníacas poderia afetar o planeta e provocar alguma ameaça a existência de toda a raça humana? Como eu, que sou apenas uma formiguinha nesse enorme mundo, poderia contribuir para refrear a devastação do meio ambiente e a escandalosa onda de poluição e destruição de recursos naturais que nos assola?
Apesar da possível incompreensão e do absurdo que possa parecer, ser sustentável individualmente pode mesmo ajudar a resguardar a vida em nosso planeta e provocar um recuo na sanha poluidora que o homem vive hoje. Mas; como?
Basta ter pequenas atitudes sustentáveis ao longo de sua existência. Assim, o “ser sustentável” transforma-se numa legião de formiguinhas que juntas podem mudar o mundo e a forma como a humanidade afeta negativamente a vida em nosso mundo. Medidas simples como economizar e reciclar papel. Reciclar latas e embalagens; não queimar lixo; economizar água e energia elétrica através de um uso mais racional desses recursos; garantir que as empresas que fornecem bens e serviços para você tenham também a mesma preocupação e recusando-se a consumir produtos de origem ilícita ou que tenham sido obtidos (extraídos ou fabricados) através de meios prejudiciais a natureza.
Agindo desta forma, você acabará por criar “uma onda” que se propagará ao seu redor e provocará novas mudanças em outras pessoas que, por sua vez, gerarão ondas em torno de si em uma pirâmide do bem que se espalhará por toda a sociedade.
É claro que ser sustentável num mundo de altíssimo consumo e onde as pessoas valem pelo que podem consumir e pelo que tem e não pelo que são e pelos exemplos que produzem; esse modo de vida tem lá os seus percalços e seus inconvenientes. Mas, com o passar do tempo e com a evolução da mentalidade geral e da educação ambiental que for fornecida para as pessoas comuns; essa forma de vida será aceita por toda a sociedade como a única forma realmente possível de prolongarmos a nossa existência nessa nossa ínfima e adorável bola de pedra que chamamos de Terra.
Muito em breve; o “ser sustentável” estará colocado para a humanidade de uma forma até mesmo forçosa. Pois, no ritmo em que a degradação ambiental e a exploração dos recursos naturais ocorrem; o ser humano colocará sua própria existência em perigo, caso não mude seus conceitos e nem reveja a forma de encarar sua presença e sua interferência na natureza. As alterações climáticas e os problemas que só vemos aumentar a cada dia; deixarão bem claro que a mudança será uma questão de vida ou de morte.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Esculturas sustentavel

] Uso

Coqueiros em um clima tropical em Barra de Punaú no Brasil.
Todas as partes do coco, salvo talvez as
raizes, são úteis e as árvores têm comparativamente um alto rendimento (até 75 cocos por ano); ele então possui significativo valor econômico. De fato em Sânscrito o nome para o coqueiro é kalpa vriksha, o qual se traduz como "a árvore que fornece todas as necessidades da vida". Os usos das várias peças da palma incluem:
O branco, parte gorda da
semente, é comestível (fresco) e usado (seco e dissecado) em culinária;
A cavidade é cheia de "água de coco" que contém os
açúcares que são usados como uma bebida refrescante, e na composição da sobremesa gelatinosa nata de coco;
Leite de coco (que tem aproximadamente 17% de gordura) é feito processando o coco ralado com água quente que extrai o óleo e os compostos aromáticos;
O líquido obtido da incisão da base das
inflorescências do coqueiro forma uma bebida conhecida em inglês por "toddy", nas Filipinas chamada tuba e em Moçambique, sura;
Os botões da ponta de plantas adultas são comestíveis e são conhecidos como "cabaço de coco" (embora a colheita desta mate a árvore);
O interior da ponta crescente é chamado coração-da-palma ou "
palmito" e comido em saladas, chamadas às vezes "salada do milionário" (isto também mata a árvore);
Copra é a carne seca da semente, usada para preparar o óleo do coco;
O resíduo que fica depois de preparar o óleo é usado como ração para animais;
O tronco fornece
madeira para construção;
As folhas fornecem materiais para cestas e palha de telhado;
A casca e a fibra do coco podem ser usados para combustível e são uma fonte boa do carvão de lenha;
Servem ainda em
artesanato;
Nos teatros, usavam-se metades de casca de coco que, batidas, davam o som de
cascos de cavalo;
A fibra pode ainda ser usada para o fabrico de cordas e tapetes, para enchimento de estofos e para o cultivo de
orquídeas e outras plantas;
Havaianos usam o tronco ôco para dar forma a um cilindro, que pode servir como recipiente, ou mesmo canoas pequenas.
A água do coco é quase idêntica ao
plasma do sangue e é conhecida por ter sido usada como um líquido endovenoso de hidratação quando há uma falta de líquido próprio para transfusão de sangue. A água do coco tem teores elevados de potássio, cloreto e cálcio, e é indicada nas situações em que se pretende o aumento destes eletrólitos.
Coco no folclore


































Uns dizem que o coqueiro (cocos nucifera L.) é originário da Índia e, outros, que ele veio da Ilha de Cabo Verde. Seja como for, a planta foi trazida pelos navegadores e cultivada em solo africano, sendo hoje encontrado em, praticamente, todos os países de clima tropical. No Brasil, o coco foi introduzido no século XVI, pelos colonizadores portugueses. Entre seus maiores produtores, encontram-se as Filipinas, a Índia e a Indonésia.O coqueiro - cartão postal do Nordeste do Brasil - se adaptou muito bem à orla marítima e, há séculos, vem enfeitando as praias da Região. Essa espécie de palmeira pode atingir uma altura de trinta metros; mas, existem variedades de coqueiro-anão - introduzidas em 1921 - que não ultrapassam três metros de altura. O país cultiva em torno de cinquenta mil hectares de coqueiro-anão, e os Estados que mais o produzem são o Espírito Santo (com cerca de quatorze mil hectares de terras plantadas), seguindo-se a Bahia (com doze mil hectares), e o Ceará (com cinco mil hectares).A casca do coco é relativamente fina e lisa. Por debaixo dela, encontra-se uma espessa capa fibrosa, que envolve uma camada muito dura e, dentro dela, existe uma parte suculenta de cor branca. Quando está verde, o coco contém bastante água em seu interior, e a camada branca é mole e pouco desenvolvida. À medida que vai amadurecendo a parte carnosa se torna mais espessa e consistente, e a quantidade de água diminui.O coco contém proteínas, magnésio, gorduras, sais minerais - potássio, sódio, fósforo e cloro - hidratos de carbono e as vitaminas A, B1, B2, B5 e C. Seus efeitos curativos se devem, principalmente, ao magnésio, substância que o ser humano necessita para conservar a tensão muscular. Cem gramas de coco maduro equivalem a duzentas e sessenta e seis calorias. Por sua vez, o consumo do coco maduro é contra indicado para pessoas que apresentam uma elevada taxa de colesterol no sangue.O leite de coco é um dos subprodutos mais conhecidos e utilizados, mas, só pode ser extraído quando o coco está maduro. Para retirá-lo, basta quebrar a casca, soltar a camada interna (branca), adicionar-lhe um pouco de água, bater tudo no liquidificador e, em seguida, coar a mistura. O líquido resultante é o leite de coco. Nos lugares onde não há energia elétrica, as pessoas retiram a massa do coco com um raspador, adicionam um pouco de água, colocam a mistura dentro de um pano e, em seguida, torcem-no, para liberar o leite, separando-o do bagaço.Do coqueiro, nada se perde. Da polpa branca do fruto, as indústrias alimentícias extraem um óleo, e fabricam, também, manteigas e margarinas. O coco é usado, ainda, pela indústria de cosméticos. As folhas do coqueiro servem para cobrir os telhados das casas. O artesanato nordestino utiliza as fibras do fruto e das folhas para a fabricação de cordas, tapetes, redes, vassouras, escovas e outros produtos, tais como cestos, esteiras e chapéus. Do endocarpo do coco (casca dura) confeccionam-se inúmeros utensílios e ornamentos, a exemplo de colheres, cintos, brincos, colares, porta-canetas, pulseiras, descansa-pratos, entre outros. O tronco do coqueiro, além de ser usado na construção de casas rústicas, é utilizado pelos artesãos na fabricação de esculturas, arranjos de plantas, e móveis, que são comercializados em lojas e feiras populares. Do coqueiro são fabricados, ainda, redes e linhas de pesca, cordoalhas, sacos e broxas. A palmeira é utilizada, inclusive, como planta ornamental, embelezando casas, parques e jardins.A seiva proveniente dos pedúnculos pode ser ingerida ao natural, como um refresco; pode, também, através da fermentação, ser transformada em bebida alcoólica, álcool ou vinagre, e, ainda, ser utilizada na extração de açúcar. As raízes do coco servem para fabricar fortificantes para as gengivas, antitóxicos e produtos antidiarréicos e antiblenorrágicos; e, do broto, retira-se o palmito.A fibra do fruto é utilizada, inclusive, pela indústria automobilística, para o enchimento do estofamento dos assentos dos veículos.


Saiba mais sobre o óleo de coco virgemO ÓLEO DA “ÁRVORE DA VIDA” O coco tem sido a base da dieta dos habitantes das ilhas do Pacífico Sul por centenas de anos, onde é conhecido como a “árvore da vida”. Em algumas comunidades, representa de 50 a 60% das calorias diárias ingeridas. Os primeiros exploradores ocidentais que visitaram essas ilhas nos séculos XVI e XVII descreveram esses povos como vigorosos, belos e saudáveis. A relação entre esses hábitos alimentares e o bom estado de saúde dessas populações despertou o interesse do Dr. Weston A. Price, um dentista americano e pesquisador sobre nutrição que, em 1930, estudou as comunidades das ilhas que mantinham uma dieta tradicional, sem as influências do mundo ocidental. Para sua surpresa, constatou que tanto a saúde geral como a dentição desses habitantes eram excelentes, enquanto que os habitantes das ilhas que consumiam uma dieta mais ocidentalizada, apresentavam mais problemas de saúde e doenças degenerativas. A prevalência de cáries naqueles que adotavam uma dieta tradicional, onde o coco desempenhava papel fundamental, era de apenas 0,3% (3 cáries para cada 1000 dentes examinados). Já nos habitantes de ilhas que adotavam dietas ocidentais, a prevalência era de 30%. Já em 1960, um outro estudo avaliou os nativos de Pukapuka e Tokelau, ilhas pertencentes à Nova Zelândia. Nessa ilhas afastadas, a população era isolada das influências alimentares ocidentais. A dieta padrão utilizava o coco em diversas formas de preparo em todas as refeições, além de algumas raízes, frutas e vegetais. Os pesquisadores relataram que a saúde geral desses povos era boa, os níveis de colesterol eram normais, e doenças cardíacas, colite, câncer de colon, úlceras, hipotireoidismo, etc., eram raros. No Sri Lanka o consumo de óleo de coco também é elevado e representa 80% das gorduras ingeridas. O Relatório Anual Demográfico das Nações Unidas de 1985 informa um óbito para cada 100.000 habitantes por doença coronariana no Sri Lanka, enquanto que, nos países que não utilizavam óleo de coco, a mortalidade era de 16 a 187 casos / 100.000 habitantes. Estudos recentes apontam vários alimentos benéficos à saúde, como é o caso do chocolate, azeite extra-virgem, chá verde, açaí e outros. O óleo de coco é rico nos chamados Ácidos Graxos de Cadeia Média (triglicerídeos de cadeia média – TCM). Cerca de 65% do óleo de coco é constituído por Triglicerídeos de Cadeia Média. Os Tliglicerídeos de Cadeia Média também encontram destaque nas pesquisas atuais com os seguintes achados, entre outros: • Auxiliam na redução nos níveis de Lp(a) ( Lipoproteína a). Níveis elevados constituem risco de desenvolvimento de doença aterosclerótica. (The Journal of Nutrition, 2003; 133: 3422–3427) • Auxiliam no aumento dos níveis de energia e redução de gordura abdominal. (Obesity Research, 2003;11:395– 402) • Podem ajudar na prevenção da obesidade. (The Journal of Nutrition, 2002; 132: 329–332) • Podem aumentar a capacidade antioxidante geral do organismo. (Food Chemistry, 2006; 99(2), 260-266) •Podem reduzir os níveis de colesterol e de triglicerídeos. (Clinical Biochemistry, 2004; 37 (9), 830-835) •Podem auxiliar na redução do envelhecimento cutâneo. (Sabinsa Coorporation , 2007)POR QUE O ÓLEO DEVE SER VIRGEM? Óleo de coco refinado: Vários óleos de coco são produzidos a partir da Copra. Copra é basicamente a carne do coco seca. O óleo produzido a partir da Copra é impróprio para o consumo humano e precisa ser refinado, clareado e desodorizado. Elevadas temperaturas e solventes químicos são geralmente empregados no processo. Esse óleo refinado é algumas vezes hidrogenado ou parcialmente hidrogenado, passando então a conter as perigosas gorduras trans. Óleo de coco virgem: O óleo de coco virgem só pode ser produzido a partir da carne do coco fresco, que é chamado não-copra. Produtos químicos e elevadas temperaturas não são utilizados no processo, já que o óleo puro e natural é estável, com validade de anos. O óleo virgem possui o aroma e sabor do coco. Estudos recentes verificaram que alguns dos benefícios do óleo virgem não são obtidos com o óleo refinado (de copra). POR QUE ORGÂNICO? O óleo de coco virgem orgânico é produzido sem a utilização de fertilizantes prejudiciais e de pesticidas. Organismos internacionais como o Green Peace, WWF e Environmental Working Group já alertaram sobre a poluição interna de nossos corpos, provocada pela exposição à várias substâncias químicas prejudiciais. ÓLEO DE COCO VIRGEM (VCO) DA SPLASH INTERNATIONAL As Filipinas são os maiores produtores mundiais de óleo de coco. A Splash International é uma empresa Filipina tradicional fundada em 1985. É campeã de vendas de óleo de coco virgem nas Filipinas. Produz ÓLEO DE COCO VIRGEM certificado orgânico pelo Ministério da Agricultura do Estados Unidos (USDA) e pela ECOCERT, empresa fundada na França em 1991 e considerada uma das mais respeitadas certificadoras de produtos orgânicos do mundo. Dessa forma, o consumidor brasileiro tem a garantia de estar consumindo um produto virgem, puro e que mantém suas propriedades nutritivas, produzido no país que mais entende de coco no mundo.

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Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.

A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:

  • ecologicamente correcto;
  • economicamente viável;
  • socialmente justo; e
  • culturalmente aceito.

Um exemplo real de comunidades humanas que praticam a sustentabilidade em todos níveis são as ecovilas.